Centro de pesquisas brasileiro firma parceria na China para atuar em projetos sobre superdotação

Acordo com empresa chinesa nomeia representante na Ásia e prevê cooperação científica e educacional

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Vista de Hong Kong, uma das regiões abrangidas pela parceria firmada entre o centro de pesquisas brasileiro e empresa chinesa. Foto: Daily Sabah/Shutterstock
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O Centro de Pesquisas e Análises Heráclito (CPAH), sediado no Brasil, firmou uma parceria com a empresa Thinkina (Shenzhen) Trading Co., Ltd., da China, que também atua em Hong Kong, para ampliar sua presença na Ásia em iniciativas relacionadas à superdotação. O acordo foi anunciado em agosto de 2025.

A parceria nomeia o empresário Istal Alejandro Rubio Espinoza como representante oficial do CPAH na China e em Hong Kong. Segundo o centro, a colaboração prevê ações conjuntas em projetos científicos, debates acadêmicos e participação em iniciativas educacionais voltadas à superdotação.

O CPAH é responsável pelo Gifted Debate Project, grupo internacional de debates científicos e acadêmicos que reúne participantes de diferentes países. Segundo o centro, empresas chinesas têm procurado o CPAH para identificar profissionais superdotados interessados em atuar em áreas técnicas e educacionais, especialmente no ensino e na pesquisa.

Hong Kong possui políticas públicas voltadas à superdotação, coordenadas por órgãos como a Hong Kong Academy for Gifted Education e o Gifted Education Fund, que subsidiam programas específicos para jovens com habilidades excepcionais. Na China continental, universidades mantêm iniciativas acadêmicas destinadas a estudantes com inteligência acima da média.

Para integrar o núcleo denominado Gifted Debate Members, é exigida a apresentação de laudo psicométrico validado por profissional habilitado no país de origem. O acesso permite participar de eventos científicos e pesquisas. O grupo principal permanece aberto a membros de associações internacionais de alto QI, como Mensa, ISPE e Intertel.

Segundo o fundador do CPAH, Fabiano de Abreu Agrela, a iniciativa busca ampliar a integração internacional de pessoas com altas habilidades cognitivas.  ■

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