O aumento da concentração de pólen na primavera europeia tem elevado os casos de alergias respiratórias entre março e junho, levando a adotar métodos integrativos de diagnóstico e tratamento em países como Portugal, Espanha, França e Itália.
Dados de redes de monitoramento aerobiológico indicam que partículas de gramíneas, oliveiras e bétulas atingem níveis elevados nesse período. Temperaturas mais altas e alterações climáticas contribuem para prolongar a época polínica.
Os sintomas mais frequentes incluem rinite, conjuntivite, tosse persistente e agravamento de quadros de asma, impactando diretamente a saúde pública.
A resposta clínica envolve diagnóstico para identificação dos agentes desencadeantes e definição de protocolos personalizados, que podem incluir orientação nutricional, acompanhamento contínuo e integração com especialidades médicas.
Práticas complementares, como técnicas de controle do estresse e melhoria do sono, também são usadas como suporte para reduzir os sintomas, em um contexto influenciado por fatores ambientais e emocionais.
Medidas preventivas incluem controle da ventilação, uso de filtros de ar e adaptação de rotinas ao calendário polínico, com o objetivo de reduzir a exposição ao pólen.
A Clinibeira, localizada em Castelo Branco e liderada por Sofia Lourenço, acompanha pacientes com alergias sazonais. ■





