Opinião: “Portugal é um país de emigrantes, é um país de comunidades”, por Emídio Sousa

“A chegada do emigrante, muitas vezes, é a animação, é a festa da aldeia que passa a ter muita gente. A sua vinda é extraordinária, sob todos os aspetos”

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Emídio Sousa, Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas
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O emigrante do mês de agosto que vem a Portugal é o emigrante europeu que procura o mês das férias. E as férias na Europa, na maioria dos países, é entre os meses de julho e agosto e não há aulas, as escolas fecham. Portanto, este mês é muito do emigrante europeu.

Sejam bem-vindos, até porque, muitos destes emigrantes animam muito a economia das terras, e muitos são de territórios do Interior.

A chegada do emigrante, muitas vezes, é a animação, é a festa da aldeia que passa a ter muita gente. A sua vinda é extraordinária, sob todos os aspetos. Por um lado, a amizade, o carinho que temos por eles, por outro, a animação económica, turística, da alegria que trazem às suas terras.

Depois, há o outro emigrante que não vem de carro, mas de avião do Brasil, dos Estados Unidos, de África. Esses, muitas vezes, já vêm em outras alturas, têm uma chegada diferente, têm uma perspetiva diferente. Também a esses quero dizer que são muito bem-vindos.

Portugal é um país de emigrantes, é um país de comunidades. Nós temos comunidades em quase 200 países. Estamos em todo o mundo, estamos em todo o lado.

Alguns emigrantes, embora não possam cá estar, quero lhes mandar um abraço. E quero que saibam que estamos cá, gostamos deles e que, se puderem cá vir, seja quando for, estaremos sempre de braços abertos para os receber. ■

Emídio Sousa

Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas

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