
A Rharo By Group Talent, com sede no Brasil, iniciou uma nova etapa da sua estratégia de internacionalização em Portugal, com uma agenda institucional, nos últimos dias, focada na criação de parcerias no ensino superior. Os sócios Pedro Ramos, Minervino Neto e Ivan Lourenço estiveram na Coimbra Business School e no ISLA Santarém para encontros com responsáveis académicos, num movimento que visa “aproximar talento, conhecimento e mercado entre Brasil e Portugal”.
Na Coimbra Business School, a delegação foi recebida pelo presidente Alexandre Gomes da Silva e pelo responsável pelas Relações Institucionais, professor Wander Carvalho. O encontro centrou-se na construção de pontes de cooperação académica e empresarial, com foco na mobilidade, empregabilidade e desenvolvimento de capital humano em contexto internacional.
A agenda prosseguiu no ISLA Santarém, onde os empresários foram recebidos pela diretora Filipa Martinho. Em discussão esteve o papel das parcerias internacionais na preparação de profissionais para um mercado cada vez mais global e interligado. A Rharo By Group Talent apresentou a sua visão estratégica para o fortalecimento de redes transatlânticas no setor da formação e recrutamento.

Wander Carvalho, professor responsável pelas Relações Institucionais da Coimbra Business School (esq.), Pedro Ramos, Minervino Neto, Ivan Lourenço, sócios da Rharo By Group Talent, e Alexandre Gomes da Silva, presidente da Coimbra Business School
“A iniciativa integra uma estratégia mais ampla da empresa para consolidar a sua atuação na Europa, reforçando o eixo Brasil-Portugal como corredor de talento qualificado. A expetativa é que, nos próximos meses, sejam formalizados acordos que permitam programas conjuntos, intercâmbio académico e iniciativas de empregabilidade”, disse Pedro Ramos, um dos sócios e representante da empresa em Portugal.
“A Rharo By Group Talent assume a internacionalização e a qualificação como vetores centrais da sua atuação. A empresa aponta a educação como instrumento estruturante para o desenvolvimento sustentável de organizações e territórios, numa lógica de cooperação entre mercados que partilham língua, cultura e objetivos económicos”, finalizou este mesmo responsável, que é especialista na área de gestão das pessoas e recursos humanos no ambiente lusófona, com grande atividade centrada no Brasil. ■




