Portugal: Universidade Aberta apresenta novo modelo pedagógico centrado na aprendizagem e no uso responsável da Inteligência Artificial

Instituição reforça a sua aposta na educação digital com a atualização do seu modelo pedagógico, centrado no estudante, na flexibilidade e na inovação educativa, incluindo a integração consciente da IA nos processos de ensino

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Universidade Aberta é uma instituição pública de ensino superior especializada em educação a distância e digital em Portugal. Foto: divulgação
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A Universidade Aberta (UAb) apresenta, no próximo dia 15 de abril, às 11h00, no Palácio Ceia e em formato online, o seu novo modelo pedagógico, numa iniciativa dirigida à comunidade académica e ao público em geral, que visa reforçar práticas de ensino a distância mais flexíveis, inclusivas e orientadas para competências.

Pioneira no ensino a distância desde 1988, a UAb afirma que esta atualização marca um novo ciclo de modernização e inovação, assente numa abordagem pensada para contextos não presenciais, em que a tecnologia está ao serviço da pedagogia, pretendendo com esta mudança não apenas reforçar o seu posicionamento como referência no ensino superior a distância em Portugal como também promover aos estudantes uma aprendizagem mais autónoma, flexível e alinhada com as exigências do futuro.

Em termos concretos, entre as principais mudanças está a adoção da designação “Modelo Pedagógico da Universidade Aberta”, que substitui o anterior Modelo Pedagógico Virtual, traduzindo a maturidade do ensino a distância e o reforço da intencionalidade pedagógica face ao instrumento tecnológico.

O novo modelo mantém princípios como a centralidade no estudante, a flexibilidade, a inclusão e a acessibilidade, introduzindo metodologias ativas de aprendizagem, avaliação mais flexível e baseada em competências, e a valorização da avaliação contínua e autêntica.

Destaca-se ainda a integração responsável da Inteligência Artificial (IA) nos processos educativos, não como substituição do ensino, mas como ferramenta de apoio à aprendizagem, bem como a introdução de novos instrumentos digitais, como o Caderno Aberto e a LIA (Ligação Inteligente à Aprendizagem), destinados a reforçar a autorregulação dos estudantes.

O modelo define igualmente quatro competências-chave transversais – pensamento crítico, criatividade e inovação, colaboração e comunicação – consideradas essenciais num contexto educativo cada vez mais marcado pela transformação digital e pela presença da IA. 

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