
A terapeuta brasileira Andrea Francomano apresentou, no último dia 3 de maio, o monólogo “Voz às Consciências” no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, com lotação esgotada. A sessão foi marcada pela presença de um público interessado e pela interação direta com a protagonista ao longo da apresentação.
Após o espetáculo, Andrea Francomano indicou que a sessão atingiu os objetivos definidos.
“Correu bem. A mensagem foi transmitida e o público respondeu com interesse”, afirmou, referindo ainda a ligação que mantém com Portugal a partir do Brasil, destacando que o contacto com o público português já vinha sendo construído através de atendimentos à distância, o que contribuiu para a receção no Porto.

O monólogo integra uma agenda estruturada em território português. No dia 18 de abril, Andrea Francomano participou como oradora no Congresso Metamorfose da Alma, onde apresentou a base conceptual do seu trabalho, centrado na Apometria Sistémica. A agenda prossegue no dia 12 de maio, em Lisboa, no Teatro Bocage, com nova apresentação de “Voz às Consciências”. Entre os dias 9 e 10 de maio, a especialista realiza ainda uma formação técnica de operadores da Mesa Radiónica Acessus, no Hotel Costa da Caparica.
Segundo a própria, trata-se de uma “formação completa, orientada para a utilização metodológica da ferramenta”.

Sobre o público português, Andrea Francomano descreve um perfil exigente. Indicou que se trata de um público que observa e analisa antes de aderir, o que, segundo afirmou, contribui para processos mais consistentes. Referiu também uma procura por abordagens estruturadas no campo da espiritualidade, com abertura para integração entre prática e método.
No final da sua passagem pela cidade Invicta, Andrea Francomano arriscou escrever um poema em homenagem à cidade portuguesa: “Oh, Porto, formosa joia à beira-Douro / onde as águas beijam pedras antigas e fachadas de encanto / não te deixo adeus, mas breve ausência / levo comigo o riso largo do teu povo e o calor dos teus braços abertos / que fizeram de tua alma morada viva em meu peito”.

Portugal surge, no seu percurso, como etapa estratégica. A especialista enquadra o país como ponto de continuidade do trabalho desenvolvido com comunidades luso-brasileiras e como plataforma para ligação ao espaço europeu. ■




