
O Rock in Rio Lisboa regressa nos dias 20, 21, 27 e 28 de junho de 2026 para a sua 11.ª edição, prometendo uma Cidade do Rock mais ampla, mais inclusiva e repleta de novas experiências. Após mais de duas décadas em Portugal, o festival volta a afirmar-se como um dos maiores eventos de música e entretenimento do mundo, reunindo artistas internacionais, soluções inovadoras e iniciativas de impacto positivo.
Depois de ter recebido mais de três milhões de visitantes desde a sua estreia em Portugal, em 2004, o Rock in Rio Lisboa prepara-se para abrir um novo capítulo da sua história, reforçando o seu papel enquanto plataforma de cultura, entretenimento e transformação social.
Ao longo dos últimos 22 anos, o festival acolheu mais de 1.200 atuações musicais, contribuiu com cerca de 5,7 milhões de euros para causas socioambientais e gerou um impacto económico significativo. Segundo um estudo da Nova SBE, só a edição de 2024 representou cerca de 120 milhões de euros para a economia portuguesa e 11,8 milhões de euros em receita fiscal.
Em 2026, a Cidade do Rock contará com mais 25 mil metros quadrados de área útil, mais instalações sanitárias, reforço dos pontos de água e melhorias ao nível da mobilidade interna, procurando proporcionar maior conforto aos milhares de visitantes esperados.
A programação musical continuará a assumir um papel central, distribuída por diferentes palcos e concebida para abranger públicos de várias gerações. O Palco Mundo receberá nomes como Katy Perry, Charlie Puth, Pedro Sampaio, Calema, Linkin Park, Cypress Hill, Rod Stewart, Cyndi Lauper, Shaggy, 4 Non Blondes, 21 Savage, Central Cee, Rema e Matuê.
Já o renovado Palco Music Valley apresentará artistas como ALOK, Nena, Maninho, Sepultura, Sam The Kid com Orquestra e Orelha Negra, Dealema, Xutos & Pontapés, GNR, UHF, Filipe Ret, DENNIS, Carlão e Irina Barros, assumindo-se como um espaço de descoberta artística e celebração coletiva.
Por sua vez, o Palco Super Bock reunirá propostas distintas, entre as quais Bebe Rexha, Bárbara Bandeira, NAPA, Kaiser Chiefs, Hoobastank, Blasted Mechanism, Joss Stone, The Wailers, Belo, SYRO, Lola Índigo, CeeLo Green, Valete e Karetus.
A edição de 2026 ficará igualmente marcada pela estreia de “The Flight”, um espetáculo aéreo concebido para transformar o céu de Lisboa num palco ao ar livre. Com cinco aeronaves Yak-52, banda sonora original e centenas de efeitos pirotécnicos diurnos, a experiência pretende tornar-se num dos momentos mais emblemáticos da história do festival.
Entre as novidades destaca-se ainda a criação da “Smart City of Rock”, iniciativa desenvolvida em parceria com diversas entidades públicas e privadas, que converterá a Cidade do Rock num laboratório vivo dedicado ao teste de soluções nas áreas da inteligência artificial, conectividade, sustentabilidade, mobilidade e gestão de dados.
De igual modo, a inclusão e a acessibilidade continuam a ocupar um lugar de destaque na estratégia do evento. A edição de 2026 contará com novas plataformas de visibilidade junto do Palco Mundo, destinadas a pessoas utilizadoras de cadeira de rodas, visitantes com mobilidade condicionada, pessoas cegas ou com baixa visão e outros públicos com necessidades específicas.
No plano ambiental, o festival reforçará medidas como a instalação de mais de 60 bebedouros, o aumento da recolha seletiva de resíduos orgânicos, a continuidade dos processos de compostagem e o reaproveitamento integral da relva sintética utilizada no recinto.
O desporto também terá maior expressão na Cidade do Rock, através da “Arena Música e Futebol”, um espaço pensado para transmissões, atividades interativas e momentos de convívio entre adeptos, num ano marcado pela realização do Campeonato do Mundo de Futebol.
A edição de 2026 assinalará ainda o lançamento da campanha internacional “Stage for the World”, uma homenagem aos 12,3 milhões de espectadores que, ao longo de quatro décadas, contribuíram para a afirmação global da marca Rock in Rio.
Combinando música, inovação, sustentabilidade e experiências imersivas, o Rock in Rio Lisboa regressa, assim, com a ambição de surpreender novamente o público e de reforçar o estatuto de Lisboa como uma referência internacional no panorama dos grandes festivais. ■




