“IMERSIVA” estreia a 1 de setembro com a filigrana portuguesa em destaque

Primeira edição da nova revista no âmbito do “Jornal Comunidades Lusófonas”, liderado por Lígia Mourão, aborda a “tradição, a certificação e a projeção internacional da filigrana portuguesa”

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Lígia Mourão, diretora e fundadora do “Jornal Comunidades Lusófonas”. Foto: Jornal Comunidades Lusófonas/divulgação
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Lígia Mourão, diretora e fundadora do “Jornal Comunidades Lusófonas”, prepara o lançamento de um novo projeto editorial: a “IMERSIVA”, uma revista mensal integrada no periódico e com sede no Porto, em Portugal. À frente da publicação desde março de 2023, Lígia Mourão tem desenvolvido o seu percurso no campo da comunicação ligado ao espaço lusófono, contexto em que surge agora esta nova aposta editorial.

Nascida em 1972, em Chaves, na freguesia de Santa Maria Maior, no centro da cidade flaviense, deixou cedo Trás-os-Montes rumo ao Porto para prosseguir os estudos. É licenciada em Estudos Europeus e concluiu o mestrado em Ciência Política e Relações Internacionais na Universidade Nova de Lisboa. Em entrevista à Agência Incomparáveis, Lígia Mourão explica que o lançamento da “IMERSIVA” “marca uma nova etapa no percurso” do Jornal Comunidades Lusófonas e na atividade editorial do projeto que agora dirige.

Quando esse novo projeto editorial será lançado e qual será a sua periodicidade?

O novo projeto “IMERSIVA” é uma revista mensal, que vai tratar de temas relevantes, que toca em muitos pontos, desde economia, diplomacia, empreendedorismo, cultura, onde entidades públicas e privadas pretendam dar a conhecer ao mundo o seu propósito. A primeira edição conta com o tema: “Filigrana – o orgulho português”, onde um conjunto de empresários do ramo da filigrana portuguesa expuseram sobre o tema, tendo como foco a importância da Filigrana, como arte ancestral e a sua projeção a nível internacional.

Quais são os objetivos?

Os objetivos da “Revista IMERSIVA” é ir ao encontro das aspirações dos entrevistados, quer sejam instituições públicas ou privadas. Impulsionar os seus propósitos e ambições. Numa caminhada pelo mundo, acompanhar as novas realidades e trazer de volta o seu interesse estrangeiro por essas entidades, nos vários ramos de atividade. Pretende-se também, rumando um pouco com o Jornal Comunidades Lusófonas, que será o seu veículo de divulgação, fazer uma ligação com o mundo lusófono. Estabelecer com empresas na lusofonia, como pano de fundo a divulgação.

O que esta primeira edição oferece aos leitores?

Na primeira edição que será publicada online no Jornal Comunidades Lusófonas, no dia 1 de setembro de 2026, o leitor pode retirar ilações sobre as empresas e os empresários entrevistados sobre a Filigrana Portuguesa e A.Certifica, que garante a sua autenticação da arte de manusear os fios finos da filigrana dourada e prateada.

Qual será o tema central em que entrevistados estão em destaque?

Os entrevistados falaram sobre as suas atividades. Mais do que um negócio, é destacar a importância da arte de manusear os fios dourados e prateados e preencher corações, e não só. A modernidade também acompanha ao evoluir dos tempos. Do antigo se faz novo e, do novo, se recria o antigo.

Como surgiu essa ideia?

A ideia surgiu numa necessidade de expandir ainda mais o leque de leitores, parceiros, amigos do Jornal Comunidades Lusófonas. A “IMERSIVA” tem essa capacidade de vertente económica, mas sempre dando primazia ao rigor da publicação e das novidades ali apresentadas. As empresas têm esse propósito também. Mas, no fundo, é dar mais amplitude a novas entidades, públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras.

Por fim, o que espera e que mensagem deixa para os leitores que terão acesso ao novo produto editorial do jornal Comunidades Lusófonas?

A “IMERSIVA” vem romper um pouco com a nova forma de comunicar. Apresenta um design diferenciado, atrativo, sem amarras de perfeição gráfica, e conta com 25 páginas, que vai variando segundo os temas a apresentar. É uma “espécie de rascunho” intencional, com o intuito de chamar atenção ao leitor. Mas sempre com o rigor narrativo. Temas muito atuais, onde percorrem, pelas linhas da “IMERSIVA”, histórias de vida de empresas, entidades, institutos, organizações, cultura, na sua generalidade.

Lígia Mourão, diretora e fundadora do “Jornal Comunidades Lusófonas”. Foto: Jornal Comunidades Lusófonas/divulgação

É um leque muito vasto, em que estas entidades públicas e privadas podem recostar-se e verem os seus negócios espalhados pelo mundo globalizado. Na aldeia civilizacional em que vivemos e nos revemos. Mas ainda há muito caminho pela frente. E a “IMERSIVA” compromete-se a dar-lhe continuidade e a contar com todos os intervenientes, leitores e autores a desempenhar um papel na “IMERSIVA”. Como diretora, desejo poder continuar a contar com os leitores que acompanham o Jornal Comunidades Lusófonas e que possam embarcar em mais histórias, que na “IMERSIVA” se narrará. ■

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