Brasil: Casa dos Açores do Espírito Santo assinala 213 anos da chegada dos imigrantes açorianos

Com uma cerimónia solene, homenagens e vários momentos culturais, a Casa dos Açores do Espírito Santo celebra a herança açoriana no Estado brasileiro do Espírito Santo no próximo dia 24 de março

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Nino Moreira Seródio, presidente da Casa dos Açores do Espírito Santo, e o diretor regional das Comunidades do governo açoriano, José Andrade. Foto: divulgação
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No próximo dia 24 de março, às 19h00, a Casa dos Açores do Espírito Santo (CAES) vai promover uma cerimónia comemorativa dos 213 anos da chegada dos imigrantes açorianos ao Estado brasileiro do Espírito Santo, uma iniciativa que terá lugar na sede da instituição, em José Carlos, Apiacá (ES), e que reunirá associados, autoridades e convidados.

A cerimónia é promovida pela Direção da CAES, presidida por Nino Moreira Seródio e com Maria Cristina Borges como 1.ª Secretária, e integra um programa que valoriza a memória histórica, o reconhecimento institucional e a valorização cultural da açorianidade no Espírito Santo.

Neste sentido, um dos momentos centrais da celebração será a homenagem aos açordescendentes Pedro António de Souza, Gino M. Borges Bastos e Eraldo Salotto de Rezende, que receberão o título de embaixadores da açorianidade.

O evento contará ainda com a participação musical de Francisco Borba Gonçalves, que interpretará ao violão o tema “Ilhas de Bruma”, evocando as raízes atlânticas da comunidade. 

Está também prevista a apresentação da tese de doutoramento em História Social das Relações Políticas pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), intitulada “Dos Açores ao povoamento da Colónia de Santo Agostinho – Viana/ES”, da autoria de Fabiene Passamani, atual secretária municipal de Cultura e Turismo de Viana/ES.

A programação inclui ainda uma viagem musical conduzida por José António Borges Alvarenga, vice-presidente da CAES, reforçando o caráter simbólico e cultural da iniciativa.

Deste modo, a instituição convida toda a comunidade a associar-se a este momento de celebração da história, identidade e contributo dos açorianos para a formação do Espírito Santo.  ■

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