Festa Literária Internacional do Xingu valorizou mulheres da Amazónia

Sexta edição do evento reuniu literatura, arte e cultura em Altamira, destacando o protagonismo feminino

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Professora Ivonete Coutinho, idealizadora da Flix, discursou na abertura da 6.ª edição da Festa Literária em Altamira. Foto: Aycha Nunes/AP
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A sexta edição da Festa Literária Internacional do Xingu (Flix), que reuniu literatura, arte e cultura com foco no protagonismo feminino, ocorreu entre os dias 13 e 16 de agosto, em Altamira, no estado do Pará, região Norte do país, nas instalações do Centro de Eventos Vilmar Soares.

Com o tema “Mulheres Amazónidas — Literaturas e outras margens poéticas”, a Flix reuniu escritoras, poetas, jornalistas, pesquisadoras e artistas de diferentes territórios da Amazónia, com apresentações que celebraram a diversidade e a identidade cultural da região.

A coordenadora e idealizadora da Flix, a professora Ivonete Coutinho, destacou o papel do evento como espaço de integração cultural.

“Não é só uma feira de livros, mas uma grande festa cultural que reúne fazedores de cultura de toda a região do Xingu. Contamos sempre com o apoio da Fundação Cultural do Pará, que pode ser considerada fundadora da Flix”, disse.

A programação incluiu contação de histórias, saraus, apresentações musicais, oficinas e palestras sobre temas como ecofeminismo, inteligência artificial na literatura e empreendedorismo.

Entre as atividades de destaque, a professora Mariene Gomes de Almeida conduziu uma oficina sobre figuras míticas femininas da Amazónia, explicando o conceito de “bruxa amazónica” como defensora da vida, do meio ambiente e dos direitos das mulheres.

O presidente da Fundação Cultural do Pará, Thiago Miranda, ressaltou a participação do Estado na realização do evento.

“A Fundação atua desde a curadoria até a promoção de oficinas, debates e palestras, apoiando integralmente a realização da Flix”, afirmou.

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