A histórica Olinda viveu uma manhã de grande brilho nesta terça-feira (30). Personalidades da cultura, intelectuais, arquitetos, empresários, políticos, artistas, galeristas, autoridades, representantes da sociedade civil e amantes das artes prestigiaram a reabertura de três dos mais emblemáticos patrimônios da Cidade Alta: a Igreja de São Pedro Mártir de Verona, o Mosteiro de São Bento e o Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco.
Sob o comando da governadora Raquel Lyra, acompanhada da vice-governadora, Priscila Krause, em parceria com o Governo Federal, por meio do Novo PAC, o IPHAN e a Fundarpe, os equipamentos voltaram a receber o público completamente restaurados, devolvendo à cidade parte de sua riqueza histórica, religiosa e arquitetônica.
O grande destaque da manhã foi a reabertura do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco, fechado há uma década. O espaço recebeu convidados em clima de celebração, embalados pelo som delicado de uma mini orquestra sinfônica. O belíssimo jardim interno, aliado ao rico acervo artístico, encantou os presentes e reforçou a importância do equipamento para a arte e cultura pernambucana.
O encontro reuniu uma plateia espontânea e qualificada, mostrando que Olinda continua sendo um dos maiores símbolos da identidade cultural brasileira. Uma manhã que ficará registrada na memória da cidade, celebrando a preservação do patrimônio e o reencontro dos pernambucanos com parte importante de sua história.
Recorde-se que Olinda é uma cidade colonial na costa nordeste do Brasil, perto da cidade do Recife. Fundada em 1535 pelos portugueses, foi construída em encostas íngremes e distingue-se pela arquitetura do século XVIII, com igrejas barrocas, conventos, mosteiros e casas de cores vivas. Originalmente um centro da indústria da cana-de-açúcar, é agora conhecida como uma colónia de artistas, com diversas galerias, oficinas e museus ■
Agência Incomparáveis, com Famamax







