
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) explicou que Joana Amaral Dias, Ricardo Sousa e José Cardoso, apesar de excluídos pelo Tribunal Constitucional, terão os seus nomes impressos nos boletins de voto devido aos prazos de recurso ainda em curso e às exigências do voto antecipado no estrangeiro.
Segundo o porta-voz da CNE, André Wemans, o Tribunal Constitucional decidiu, a 23 de dezembro, que três candidaturas não cumpriam os requisitos legais, mas subsistem prazos para reclamações até 29 de dezembro e recursos até 2 de janeiro de 2026.
O porta-voz da CNE apontou ainda como razão o facto dos boletins terem de ser produzidos e enviados antecipadamente para garantir o voto dos eleitores recenseados em Portugal e deslocados no estrangeiro, que decorre entre 6 e 8 de janeiro.
Entretanto, o sorteio definiu a ordem de 14 nomes no boletim de voto, que será utilizado para eleger o próximo presidente da República de Portugal na primeira volta das eleições marcadas para 18 de janeiro de 2026.
1.º – Luís Ricardo Moreira de Sousa (excluído)
2.º – André Pestana da Silva
3.º – Eduardo Jorge Costa Pinto
4.º – Joana Beatriz Nunes Vicente Amaral Dias Terrinca (excluída)
5.º – Manuel João Gonçalves Rodrigues Vieira
6.º – José António de Jesus Cardoso (excluído)
7.º – Catarina Soares Martins
8.º – João Fernando Cotrim de Figueiredo
9.º – Humberto Raimundo Joaquim Correia
10.º – António José Martins Seguro
11.º – Luís Manuel Gonçalves Marques Mendes
12.º – André Claro Amaral Ventura
13.º – António Filipe Gaião Rodrigues
14.º – Henrique Eduardo Passaláqua de Gouveia e Melo ■




