
Desde agosto deste ano, o “Projeto ELLAS e a Língua Portuguesa” realiza uma série semanal de transmissões virtuais. Nessas lives, a linguagem é usada para debater os direitos das mulheres, a cidadania e as situações enfrentadas nas relações pessoais e profissionais. Entre os temas debatidos em agosto e setembro estão autonomia feminina diante de estereótipos ligados ao estado civil, linguagem e assédio, formas de estabelecer limites por meio da comunicação e conflitos em relações familiares.
Uma das transmissões, intitulada “Palavras e Assédio”, discutiu como a linguagem impacta casos de violência psicológica e importunação, além da compreensão de termos e direitos relacionados a essas situações.
Em outro encontro, “Como dizer não”, o foco foi a comunicação assertiva e a definição de limites em ambientes pessoais e profissionais. A live “Solteira, sim” tratou de autonomia emocional e da construção da identidade feminina sem vínculo obrigatório com o estado civil.
A série também incluiu “Família mata?”, conversa sobre efeitos de conflitos e comportamentos ocorridos dentro das relações familiares.
Além dessas discussões, o projeto incorpora conteúdos de gramática, redação, oralidade e clareza textual.
Segundo a proposta apresentada pelos organizadores, esses conhecimentos são relacionados à capacidade de expressar ideias, formular argumentos e compreender documentos e situações que exigem comunicação formal.
As transmissões são abertas a mulheres, profissionais, estudantes e demais interessados nos temas discutidos pelo projeto. ■






