
Durante a reunião anual do Conselho Regional da Ásia e Oceania do Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP), realizada na semana passada, em Macau, Sara Fernandes, conselheira pelo Círculo da Austrália, foi eleita por unanimidade para presidir ao organismo no mandato 2026-2027, sucedendo a Rui Marcelo a partir de outubro de 2026.
A eleição decorreu na sequência da revisão dos estatutos do Conselho, que introduziu o princípio da alternância democrática e da rotatividade da presidência. Neste sentido, o ainda presidente, Rui Marcelo, destacou que a escolha de Sara Fernandes reflete a diversidade geográfica do Conselho e permitirá uma renovação equilibrada da liderança.
“Fizemos a revisão dos estatutos do Conselho Regional da Ásia e Oceania. Na sequência desta revisão, e respeitando o princípio da alternância democrática e da rotatividade, tive a honra de propor a candidatura da conselheira eleita pelo Círculo da Austrália, a doutora Sara Fernandes, que foi eleita por unanimidade para a presidência do Conselho Regional da Ásia e Oceania para o período de 2026-2027, a tomar posse a partir de 8 de outubro de 2026”, explicou, acrescentando que esta escolha “reflete a diversidade geográfica do Conselho e a importância de uma representação equilibrada e renovada”.
Rui Marcelo continuará a presidir o Conselho das Comunidades Portuguesas no Círculo da China e a desempenhar funções no Conselho Permanente.
Sara Fernandes utilizou as redes sociais para sublinhar o sentido de responsabilidade e gratidão pela confiança dos colegas: “É com elevado sentido de responsabilidade e honra que fui eleita, por unanimidade, para presidir ao Conselho Regional do Conselho das Comunidades Portuguesas da Ásia e da Oceania, para o mandato 2026-2027”, referiu.
“Expresso o meu sincero agradecimento pela confiança que os meus colegas em mim depositaram”, concluiu a conselheira.
Durante o encontro, que também contou com representantes da China, Timor-Leste e Austrália, foram ainda discutidos os planos futuros do Conselho, incluindo feiras de negócios, debates e reuniões quinzenais com as comunidades portuguesas, como mecanismo de participação direta.
Rui Marcelo adiantou que detalhes sobre locais, periodicidade e formatos dessas reuniões serão comunicados oportunamente, reforçando o compromisso do Conselho com a escuta ativa das comunidades. ■




