Portugal e Brasil reforçam diálogo económico em encontro promovido pelo Banco do Brasil em Lisboa

Sessão na residência do Embaixador do Brasil reuniu representantes institucionais e empresariais para debater o futuro das relações entre União Europeia e Mercosul

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Foto: divulgação
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O diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira, João Santos Pinto, representou a instituição num encontro promovido pelo Banco do Brasil, realizado na residência do Embaixador do Brasil em Lisboa, dedicado à análise das relações económicas entre Portugal, Brasil, União Europeia e Mercosul.

A sessão reuniu, recentemente, representantes institucionais, diplomáticos e empresariais para discutir os desafios e oportunidades de um cenário internacional marcado por maior fragmentação económica e crescente competitividade global. Ao longo do encontro, foi reforçada a relevância estratégica da relação entre Portugal e Brasil, apontada como uma das mais relevantes no espaço atlântico lusófono.

Entre os principais temas debatidos esteve o Acordo União Europeia–Mercosul, identificado como uma oportunidade para aprofundar as relações comerciais e os fluxos de investimento entre os dois blocos económicos. Apesar das oportunidades apontadas, foram também referidos os desafios enfrentados por alguns sectores mais expostos à concorrência internacional, sobretudo num contexto de adaptação das cadeias de valor globais.

Os participantes destacaram ainda o potencial do Brasil em áreas ligadas ao agronegócio, energia e recursos naturais, sublinhando a necessidade de reforçar infra-estruturas, logística e capacidade de escoamento para responder às exigências do mercado internacional e ampliar a competitividade brasileira.

Outro dos pontos em evidência foi o posicionamento de Portugal como hub atlântico estratégico, capaz de atrair empresas, investimento, talento e centros de decisão, consolidando a sua ligação entre a Europa e a América do Sul.

Num cenário internacional marcado por instabilidade geopolítica e transformação económica, prevaleceu a ideia de que Portugal e Brasil podem converter a proximidade histórica, cultural e linguística em mais comércio, inovação, investimento e presença empresarial estruturada nos dois lados do Atlântico. ■

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