10 Junho: Presidente da República portuguesa encerrou comemorações nos Açores

“É uma vista que jamais esquecerei”, disse para as pessoas que assistiram, momentos antes, à cerimónia do arriar da bandeira nacional no Pátio da Alfândega, na cidade de Angra do Heroísmo

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O Presidente da República, António José Seguro (C), acompanhado pelo presidente da comissão das comemorações do Dia de Portugal, Miguel Monjardino (D), e pelo presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro (E), durante um passeio a pé no âmbito das Comemorações do 10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, em Angra do Heroísmo, Ilha Terceira, Açores, 10 de junho de 2026. Foto: JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA
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O Presidente da República portuguesa, António José Seguro, disse, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, nos Açores, que terminou as comemorações oficiais do 10 de Junho com “uma alegria e uma emoção muito grande”.

“É uma vista que jamais esquecerei”, disse para as pessoas que assistiram, momentos antes, à cerimónia do arriar da bandeira nacional no Pátio da Alfândega, na cidade de Angra do Heroísmo, com vista para o mar, que marcou o encerramento das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

Após ter escutado uma enorme salva de palmas, o chefe de Estado virou-se para os cidadãos que ali se aglomeravam e prosseguiu.

“É o meu primeiro 10 de Junho como Presidente da República e é uma alegria e uma emoção muito grande ver os vossos rostos, sentir Portugal em cada rosto e sentir que o coração é algo que nos une”, frisou.

“Somos, de facto, uma grande família e um grande povo. Muito obrigado a Angra do Heroísmo, muito obrigado à Praia da Vitória. Muito obrigado à ilha Terceira, bem hajam aos Açores. Viva Portugal”, concluiu.

Após a curta intervenção, Seguro voltou a receber uma salva de palmas e fez novamente um pequeno percurso a pé, sendo cumprimentado por várias pessoas, incluindo muitos jovens, que pediram para tirar fotografias.

Durante o percurso também lhe foram oferecidos quatro livros por um fotógrafo local e ouviu um homem dizer que vive nos Estados Unidos e estando na ilha Terceira, fora de Angra do Heroísmo, deslocou-se ali “de propósito” só para o ver.

O Presidente da República de Portugal entrou, pouco depois, pelas 18:20 (mais uma hora em Lisboa), para a viatura oficial, e deixou o centro de Angra do Heroísmo. ■

Agência Incomparáveis, com Lusa

 

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