
A Santa Casa da Misericórdia do Fundão promoveu, no dia 16 de maio, no Pavilhão Multiusos do Fundão, no centro de Portugal, um concerto solidário que marcou simbolicamente o arranque da futura Unidade de Cuidados Continuados da Cova da Beira, uma infraestrutura com capacidade para 140 camas e um investimento global estimado em cerca de 7 milhões de euros, destinada a reforçar a resposta social e de saúde numa região cada vez mais afetada pelo envelhecimento da população.
O concerto contou com as atuações de Ana Paula Gonçalves, Leonel Barata (Fado Cale), Custódio Castelo, Fábia Rebordão, Jorge Fernando e Michel Morais, enquanto a apresentação esteve a cargo da atriz Cláudia Semedo e do jornalista Jorge Esteves.
Para além dos artistas, o evento contou também com representantes institucionais, empresários e membros da comunidade, num momento de mobilização coletiva de angariação de fundos para um projeto considerado fundamental para o território.
Entre os convidados presentes esteve ainda Ana Correia, presidente da Câmara de Comércio da Região das Beiras (CCRB), que marcou presença a convite do provedor da Santa Casa da Misericórdia do Fundão, Jorge Gaspar, que acumula igualmente funções como conselheiro da Câmara de Comércio.
Segundo esta entidade, a sua participação no evento surge associada ao compromisso de divulgar a iniciativa junto dos seus associados, reforçando a importância regional da futura unidade e destacando o envolvimento da comunidade, das empresas e de diferentes instituições no apoio ao projeto.
Neste sentido, com uma infraestrutura com capacidade para 140 camas, a futura Unidade de Cuidados Continuados representa um investimento orçamentado em cerca de 7 milhões de euros, dos quais 3 milhões serão financiados através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). Os restantes 4 milhões terão de ser assegurados através de mobilização comunitária, apoio institucional e contributos privados.
A nova infraestrutura pretende responder ao aumento das necessidades na área dos cuidados continuados na região da Cova da Beira, assumindo-se como uma resposta estratégica ao envelhecimento populacional e à crescente procura de apoio especializado.
Descrita pela organização como “uma aurora a nascer” para a região, a futura unidade deverá reforçar significativamente a capacidade de resposta social e assistencial do território, contribuindo para melhorar o acompanhamento e os cuidados prestados à população mais vulnerável. ■




