“Portugal Nação Global”: “Santander Portugal”, fortemente presente no Brasil, apresentou condições para ligar empresários da diáspora ao tecido empresarial português

António Silva, responsável pelos clientes residentes no exterior do banco “Santander Portugal”, tanto pelos portugueses que vivem fora de Portugal, como pelos cidadãos estrangeiros com investimento no país, sublinhou que a diáspora lusófona representa hoje um ativo económico de valor incalculável, sustentando que a criação de pontes entre empresários espalhados pelo mundo e empresas sediadas em Portugal pode abrir novas oportunidades de negócio, internacionalização e cooperação financeira; objetivo desta instituição bancária, fortemente presente na América do Sul, é “gerar valor económico, investimento e uma nova dinâmica de negócios em língua portuguesa”

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António Silva, responsável pelos clientes residentes no exterior do banco “Santander Portugal”, tanto pelos portugueses que vivem fora de Portugal, como pelos cidadãos estrangeiros com investimento no país. Foto: Agência Incomparáveis
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António Silva, responsável pelos clientes residentes no exterior do banco Santander Portugal, tanto pelos portugueses que vivem fora de Portugal, como pelos cidadãos estrangeiros com investimento no país, defendeu que o verdadeiro impacto da primeira edição do Fórum “Portugal Nação Global” não se mede apenas pelos contactos estabelecidos durante os dois dias do evento, mas, sobretudo, pela capacidade de transformar essas ligações em “projetos concretos, negócios sustentáveis e relações empresariais de longo prazo entre Portugal e as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo”.

Em declarações à Agência Incomparáveis durante o evento, realizado nos dias 29 e 30 de abril no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, António Silva sustentou que o “Santander” “acreditou, desde o primeiro momento, na iniciativa, por reconhecer a necessidade de criar plataformas reais de conexão entre empresários da diáspora e o tecido económico nacional”, realçando que “a língua portuguesa continua a representar uma das maiores vantagens competitivas no contexto da internacionalização dos negócios”. 

Ao explicar as razões que levaram a instituição bancária a apoiar desde a primeira hora esta iniciativa, António Silva começou por afirmar que o “Santander”, com capacidade para auxiliar na internacionalização de negócios, acredita, desde há muito tempo, que “era necessário fazer algo” para materializar essa ligação. O apoio do banco ao evento foi mencionado pelo governo português publicamente na sessão de encerramento.

Neste sentido, este responsável explicou que o foco da entidade no evento esteve sempre orientado para a construção de novas pontes económicas e empresariais.

“Temos de olhar para a frente e o que é necessário fazer é muito simples: é conectar toda esta gente. Nós temos tido excelentes exemplos da nossa diáspora, daquilo que é o empreendedorismo que há fora de Portugal, mas vê-los conectados com empresas que estão em Portugal, que se interessam pela empresa e que têm boas razões de vir para nós, é completamente magnífico”, atestou.

António Silva destacou igualmente o papel estratégico da língua portuguesa enquanto ativo económico global, sublinhando a posição institucional do Santander nesse processo.

“Nós somos uma empresa grande promotora da língua portuguesa. E quando eu digo que somos uma empresa promotora da língua portuguesa, nós também temos de ser parceiros ativos na promoção da língua portuguesa”, disse, além de adicionar ainda a dimensão económica associada a essa ligação entre mercados lusófonos.

“A promoção da língua portuguesa para aquilo que é o negócio, o empreendedorismo, aquilo que é o valor económico da língua portuguesa, o valor económico de um empresário que está em Portugal e quer ir para o estrangeiro, qual é o valor económico que eu acho que é imensurável? É poder contactar em português”, enfatizou.

Relativamente à intensa atividade comercial registada no espaço do Santander durante o Fórum, António Silva confirmou resultados concretos ao nível da prospeção de negócios.

“Para além de mim, tivemos mais quatro pessoas em missão pela equipa na vertente comercial e todas elas levam contactos comerciais”, revelou este responsável, que considerou, no entanto, que o verdadeiro teste ao sucesso do evento começa agora, depois do encerramento formal do encontro internacional.

“Mais do que termos muitas lides aqui, a lide que começa agora é a lide efetiva, é a lide que vai concretizar negócios, pelo menos pelos interesses que foram demonstrados”, refletiu.

Sobre o período pós-evento, António Silva deixou uma mensagem de responsabilidade coletiva.

“Há que olhar para os resultados do fórum e dar continuidade. Só assim é que o “Portugal Nação Global” terá sido um sucesso”, sublinhou.

Ao abordar a relação histórica do Santander com a diáspora portuguesa, António Silva reforçou que a própria estrutura do banco reflete décadas de ligação às comunidades emigrantes.

“Temos, dentro da nossa base de clientes, uma rede que é muito exposta a este português residente no exterior, aquele português que está fora. Mas também temos uma rede dos estrangeiros que estão a entrar em Portugal”, referiu.

A fazer uma ligação direta ao conceito central do Fórum, este responsável complementou que a internacionalização faz parte da identidade da própria instituição.

“Ser global, e até fazendo uma analogia entre o Santander e este “Portugal Nação Global”, também é estar em vários sítios, também é ter a capacidade de oferecer condições em vários países”, sustentou, destacando também a relevância estratégica da presença do Santander em mercados como a América do Sul e, em particular, no Brasil.

“Somos líderes de mercado, temos uma exposição muito grande, o contributo desses mercados para os resultados globais são muito expressivos e são muito impactantes. (…) Nada melhor do que tentarmos ter aqui um bom global que energize e que dê soluções positivas para todos nós”, finalizou António Silva.

 

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