A Federação Nacional da Educação (FNE) reafirmou a exigência de uma valorização efetiva dos profissionais do Ensino Português no Estrangeiro (EPE), na sequência da reunião negocial realizada com o Governo sobre a revisão do respetivo regime jurídico. A estrutura sindical defende que a reforma deve reforçar a estabilidade da rede, melhorar as condições de trabalho e reconhecer o papel dos docentes, leitores e coordenadores que promovem a língua e a cultura portuguesas além-fronteiras.
Entre as principais preocupações da FNE estão as novas tabelas remuneratórias propostas pelo Governo, que, segundo a Federação, poderão traduzir-se em reduções salariais para alguns profissionais, bem como a intenção de limitar as renovações das comissões de serviço. A organização considera que estas medidas colocam em causa a estabilidade das equipas docentes e comprometerão a continuidade dos projetos educativos, defendendo soluções que reforcem a qualidade, o prestígio e a valorização do Ensino Português no Estrangeiro. ■







